quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Não basta ser um bom profissional, é preciso se associar a pessoas de nível






"Não basta você ser o melhor na sua profissão. Você precisa deixar que as pessoas saibam disso. Por isso é tão importante que você invista no seu marketing pessoal. Por isso é tão importante que você se associe a pessoas de qualidade e que possam levá-lo aonde você quer chegar"





Você precisa trabalhar para promover o seu produto, o seu serviço, a sua capacidade de resolver problemas para seus clientes.



De nada adianta você ser o melhor profissional e ter o melhor produto, as melhores soluções, se ninguém souber disso.

Você precisa mostrar quais são as vantagens que você oferece e por que é melhor contratar você e não outra pessoa. 

Existe um conceito do qual gosto muito, introduzido pelo especialista em marketing Al Ries, autor do livro “Horse Sense” e de muitos outros best-sellers e um excelente palestrante. Ries diz: "arrume bons cavalos". 

A ideia é a seguinte: você precisa ser um bom jóquei, mas, além disso, você precisa ter bons cavalos que o levem de um ponto a outro de modo certeiro e rapidamente.

Você precisa ser competente, mas tem de ter pessoas e recursos para ajudar você a chegar onde pretende. 

Isso não quer dizer que você vai usar as pessoas para atingir os seus objetivos, mas sim que você vai se assessorar de pessoas que possam contribuir para o seu sucesso. Em contrapartida, você vai dar a sua contribuição pessoal para essas pessoas, numa troca justa, numa parceria desejável de ambas as partes.

De nada adianta você ser um bom jóquei sem ter um bom cavalo. 

Um cavalo pode ser uma pessoa, uma empresa, um contato, um produto ou até uma boa ideia que promovam a sua maneira de trabalhar e a sua capacidade de apresentar soluções para os problemas de seus clientes.

Por exemplo, meu livro “A carícia Essencial” foi um cavalo imenso e maravilhoso, pois abriu muitas portas e oportunidades na minha carreira. 

Outro cavalo sensacional que tive foi um psicanalista chamado José Ângelo Gaiarsa. Eu era da equipe dele e, como ele era muito reconhecido no campo da Análise Transacional, isso me levou a grandes conquistas nessa área. 

Não basta você ser o melhor na sua profissão. Você precisa deixar que as pessoas saibam disso. Por isso é tão importante que você invista no seu marketing pessoal. Por isso é tão importante que você se associe a pessoas de qualidade e que possam levá-lo aonde você quer chegar.

Analise quem são seus cavalos. Eles não precisam ser obrigatoriamente pessoas ricas e famosas, mas sim gente que o ajude a atingir seus objetivos: uma equipe de vendas eficiente, uma agência de palestrantes com boa reputação, bons contatos, colaboradores competentes, publicar um livro de sucesso, são excelentes cavalos para um ótimo profissional que queira conquistar o seu espaço.


Quem são os seus cavalos? 


Eles estão realmente levando você aonde você quer ir?


Pense sobre isso e aja para ajustar o que for necessário para conseguir o sucesso que você deseja.


Fonte: Roberto Shinyashiki / Vya Estelar


Hasta la vista, Baby!!!

sábado, 26 de janeiro de 2013

É possível fazer turismo sem degradar o meio ambiente

Atualmente, o turismo passa por uma revolução, seja em reconhecimento da atividade, seja em aceitação profissional ou importância quanto a pesquisas direcionadas. O fato é que não se pode mais negar a sua acuidade, pois o turismo é uma das atividades mais presentes nos diversos setores sociais, e devido a isso carece de grande atenção e responsabilidade em sua atuação. 

O turismo cresceu de forma rápida, porém desordenada, algo comum a todas as atividades “novas” que se estabelecem no cenário social. E o momento em que este vive atualmente é a busca de espaço e reconhecimento de seu valor, e isso parte de todos os envolvidos, principalmente dos profissionais atuantes e empresas ligadas ao mesmo. Certamente, esta ocorrência se deve ao fato da grandiosidade da atividade, que pode ser percebida pelo crescente número de profissionais que buscam uma formação na área; pelo número de investimentos destinados ao turismo; pelos estudos sociais e econômicos direcionados. 

Ressalta-se a relevância da preocupação com o desenvolvimento do turismo, uma vez que está presente em vários setores sociais, sendo os mais visíveis o setor econômico, o social, o cultural e o ambiental; por possuir a capacidade de impactar favorável ou desfavoravelmente, é importante que sejam direcionadas ações capazes de controlar estes danos, minimizando os negativos e maximizando os positivos. 

Uma questão de grande importância e que no momento tem sido alvo de muitas discussões é a relação entre Turismo e Meio Ambiente. O turismo tem sido visto por muitos como atividade predatória do meio em que se instala, inclusive o meio ambiente natural; este último tem recebido grande preocupação devido à degradação em grande escala dos seus recursos. No entanto, é importante colocar que a atividade turística não pode ser considerada responsável por contribuir com tais atitudes, uma vez que a responsabilidade é daqueles que fazem mau uso da mesma e não o turismo em si. Ou seja, os resultados, sejam eles satisfatórios ou não, dependerão exclusivamente dos profissionais e da sociedade como um todo. 

O turismo quando bem gerido pode auxiliar consideravelmente na conservação do meio ambiente, uma vez que proporciona a geração de renda local, onde muitas vezes estas podem ser transformadas em recursos para a conservação das áreas e aumento da qualidade de vida das comunidades participantes.

Esta atividade é bastante complexa, pois está ligada ao mesmo tempo a vários espaços sociais. Desta forma, busca-se transmitir um conhecimento geral sobre o turismo e suas relações com o meio ambiente, sendo esta considerada uma das relações mais estreitas da atividade. É importante a compreensão do papel do turismo e da responsabilidade social que deve existir na relação de serviços, como é o caso da hotelaria, agências de viagens e restaurantes, como também serão considerados os aspectos econômicos e sociais, como geração de renda, cultura e meio ambiente natural. 

Ativa e promissora, abrangente e diversificada, a área de turismo surge como uma verdadeira gama de oportunidades de trabalho, o que exige de seus profissionais uma ampla variedade de conhecimentos técnicos, científicos e generalistas da própria área ou relacionadas.

Espera-se que tenhamos uma maior capacidade de reflexão acerca do alcance do turismo na sociedade vigente e a sua contribuição para a sociedade como um todo; que as relações entre turismo e meio ambiente sejam bem entendidas, principalmente quanto à importância da transformação de comportamento do ser humano e não da atividade em si.

Fonte: Portal Educação

Hasta la vista,Baby!!!!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Silenciosa, a depressão pode estar destruindo a sua vida profissional


Perda de interesse pelo trabalho, falta de concentração, dificuldade em cumprir prazos e demandas, insônia, alteração de peso: esses podem ser os sintomas de uma doença séria: a depressão. Em alguns casos, a produtividade dos profissionais que sofrem com a doença pode ser seriamente prejudicada, culminando com a demissão.







Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 340 milhões de pessoas sofrem de depressão em todo mundo. No Brasil, cerca de 13 milhões de pessoas são atingidas pela doença (OMS).

As doenças neuropsiquiátricas são hoje a primeira causa de incapacidade no mundo ao longo da vida e a depressão representa quase 50% dessas enfermidades”, explica Kalil Duailibi, professor do departamento de Psiquiatria da Universidade de Santo Amaro (Unisa) e ex-coordenador de saúde mental da Secretaria de Saúde do Município de São Paulo (SP).


Produtividade

Enquanto um paciente com diabetes falta 6 dias ao ano no trabalho devido à doença, uma pessoa com problemas cardiovasculares se ausenta 8 dias e quem sofre com asma falta 10 dias, quem sofre de depressão apresenta um prejuízo muito maior, perdendo cerca de 35 dias de trabalho por ano. 

Segundo Duailibi, o paciente que apresenta um quadro depressivo considerado grave tem sua capacidade social e produtiva comprometida em 90%; em casos moderados, 40%, já em casos da doença em que há apenas sintomas leves, 20% de sua capacidade está afetada.

O profissional com depressão poderá ter atrasos recorrentes, dificuldades em reter informações e de memória, dificuldade na execução de tarefas simples e, até mesmo, sentir-se incapacitado para executar sua função. Isso o tornará ainda mais deprimido e dará início a um círculo vicioso, que pode levar à demissão”, explica.

Com a queda no rendimento, a exigência dos chefes e superiores em relação a esse profissional pode aumentar, uma vez que a capacidade do indivíduo em desenvolver sua função é comprometida. “Cerca de 44% da capacidade produtiva do indivíduo fica comprometida quando ele apresenta um quadro depressivo”, ressalta Duailibi.

Outro estudo, estima que a depressão acarrete um custo anual de cerca de US$ 83 bilhões para a economia do país, incluindo perda de produtividade e uso da seguridade social (62%), custos diretos, como atendimento hospitalar, ambulatorial e dos medicamentos (31%), e custos relacionados ao suicídio (7%).


Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico precoce da doença é fundamental, pois muitos indivíduos só se dão conta que perderam seus empregos em decorrência da depressão durante o tratamento terapêutico – 11% dos pacientes atribuem o desemprego à depressão. 

Há um termo, ainda pouco usado no País, que designa profissionais que mesmo doentes permanecem desenvolvendo suas funções corporativas, o presenteísmo. O distúrbio, agravado pela depressão, caracteriza-se quando o indivíduo não desempenha suas funções nas condições de saúde ideais e tem a produtividade diretamente afetada.

Atualmente, o diagnóstico é mais efetivo e sabe-se que a enfermidade está associada a inúmeros fatores, incluindo os genéticos”, afirma Duailibi. Para que esse quadro seja revertido, é preciso que o paciente seja diagnosticado corretamente e associe a psicoterapia de qualidade ao antidepressivo adequado, além de mudanças do hábito de vida. “Essa fórmula costuma apresentar um saldo positivo, evitando as recaídas do paciente”, reforça Duailibi.

Entretanto apenas dois terços dos pacientes com depressão procuram tratamento e, destes, somente 10% recebem doses adequadas de medicamentos, segundo dados do National Institute of Mental Health (NIMH) dos Estados Unidos. O médico ressalta ainda que, mesmo com sinais de melhora, é preciso manter o tratamento e, se necessário, o acompanhamento terapêutico. “O acompanhamento médico é fundamental, para evitar que a depressão torne-se um quadro crônico”, orienta o especialista.

Para combater a doença, além de ser essencial seguir corretamente o tratamento, a prática de atividades físicas também é importante. Esportes liberam endorfina, substância que causa sensações de alegria, bem-estar e melhoram a qualidade de vida do paciente.


Preconceito

O paciente com depressão precisa estar preparado, inclusive, para lidar com o preconceito das pessoas que desconhecem a doença. Por muitas vezes, será tratado com uma pessoa fraca e incapaz de encarar os desafios cotidianos como os demais profissionais. 

Dualibi orienta que se busque apoio na empresa de um profissional especializado, como um médico ou funcionário do departamento de Recursos Humanos. “Durante o tratamento, é importante que o profissional se resguarde de comentários que o afetem emocionalmente ou mesmo julgamento de colegas. É o momento de se fortalecer, recuperar a autoestima e recarregar as energias para se restabelecer profissionalmente”, afirma Duailibi. 

Em alguns casos, a licença médica indicada pelo profissional que acompanha o paciente pode ser uma alternativa para que o tratamento seja efetivo e o retorno ao trabalho satisfatório.

Fonte: Administradores.com

Hasta la vista, Baby!!!

domingo, 20 de janeiro de 2013

O seu Chefe sabe motivar você?


Para que o seu ano não seja frustrante e que erros do passado não sejam repetidos, é preciso tomar uma atitude. O importante não é só buscar algo que gere motivação, mas descobrir o que é que acontece que o desmotiva também.

Portanto, procure identificar em que situações você vive picos de desmotivação, que acabam fazendo você suspirar e dizer: “Oh, vida!; Oh, dia!; Oh, trabalho!”. Muitas pessoas têm problemas em localizar essa fonte de desânimo. E em muitos casos ela está justamente na pessoa em que não deveria: no chefe! Será que isto está acontecendo com você?

Se seu pico de desmotivação acontecer quando você acordar, observe como, onde e com quem você dormiu! A culpa pode não ser do seu chefe. Se for durante ou depois do almoço, observe como, onde e com quem almoçou! Pode não ser culpa dele! Mas, se ao final do expediente, ele criar um clima tão “maravilhoso”, no seu ambiente de trabalho, que faz você se sentir “triste” por ter que ir embora, a culpa, definitivamente, é dele!

Bomba! Seu mundo caiu... É, a motivação é algo que vem de dentro para fora. Se você vai dormir se aplaudindo e acorda pedindo bis, já tem um conceito de vida que é um grande diferencial. Mas, contra um chefe desanimador, haja motivação!

E agora o que fazer? O problema é com ele mesmo, você não sabe como agir, mas tem consciência de que se ele não mudar certas atitudes e ações, nem todo o entusiasmo do mundo resolve a questão! Então, parta para quebrar o paradigma! Quem foi que disse que ele não tem que dar sua contribuição também?

Mande este texto para o seu chefe! Isso mesmo! E vale tudo: e-mail; carta anônima; papel “esquecido” em cima da mesa dele; pendurar o texto no monitor do computador; colocar no meio das correspondências ou debaixo da xícara de café; pendurar na parede do banheiro; colocar dentro de um pacote de presente... Enfim, use sua criatividade e audácia!

Escreva para ele e diga que, assim como você, ele também é integrante importante de um time, de uma equipe e precisa fazer a parte dele, já que, para você, ele está sendo uma fonte de desmotivação. E em seguida, mande estas dez dicas para ele. Se der certo, ótimo! Se não resolver, analise o que mais vale a pena: falar pessoalmente e buscar uma outra saída juntos ou procurar outro chefe!

Os 10 mandamentos da motivação:

1. Desenvolva um manual de motivação com os 10 mandamentos da empresa feliz. Mas, desenvolva com a sua equipe, com todas as pessoas do time participando, sugerindo, interagindo.

2. Cumprimente a todos que encontrar pela empresa com um largo sorriso e um contagiante bom dia diariamente. Mostre o seu lado cordial, educado e social;

3. Faça uso das palavras mágicas: Por favor, Desculpe, Com licença. A educação evita estresse e mal-entendidos;

4. Busque em todas as situações o lado positivo e sempre que possível expresse–o em forma de elogio. É fundamental que você demonstre a sua confiança na capacidade criativa de seus colaboradores e também sua capacidade de envolvimento integral com a empresa e seus colaboradores, tanto em momentos difíceis, quanto nos mais agradáveis;

5. Não ligue o piloto automático, esteja sempre atento à sua respiração, temos uma tendência em não nos aprofundarmos em vários assuntos. Esteja sempre atento à sua postura física, pois ela é fator determinante para a sua postura emocional e mental;

6. Cante, sempre que possível cante. Não, não queremos que você vire um cantor, mas que procure espantar tensões e outros males do ambiente organizacional;

7. Pratique a aeróbica da risada pelo menos 2 vezes por semana. Ou seja, procure fazer exercícios de riso. Rir nos endorfina, nos dá maior disposição e um gás de criatividade para lidar com pressões e cobranças diárias;

8. Faça seu planejamento estratégico pessoal e profissional, leia–o pelo menos três vezes por semana, e não hesite em fazer qualquer alteração se for necessário. A vida é movimento, é mudança, inclusive, de planos e atitudes.

9. Medite, reflita, pelo menos uma vez diariamente, e sonhe sempre que possível. Sonhar prolonga a vida. E a faz ter um colorido todo especial;

10. Pratique ecologia pessoal, social e sistêmica. Ajude a preservar o meio-ambiente, o ambiente organizacional e o ambiente familiar. Isto é puro equilíbrio e qualidade de vida.

Fonte: Leila Navarro.
"autora de vários livros 
e uma das palestrantes mais 
requisitadas do Brasil, 
ministrando palestras 
em todo o Brasil e na Europa."

Hasta la vista, Baby!!!!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Como se vestir no trabalho?

A seção "Uniforme", publicada no caderno "Negócios, Empregos e Carreiras" da Folha, busca exemplos de roupas que as pessoas usam para ir para o trabalho.

Selecionados pela produtora Simone Pokropp e pela Redação em regiões onde há grandes concentrações de escritórios --como a avenida Paulista, a avenida Faria Lima e a avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, todos em São Paulo, os fotografados podem servir de inspiração para a escolha de peças de roupas.



Veja na galeria abaixo 11 exemplos (sete mulheres e quatro homens) que foram destacados nas páginas do caderno no segundo semestre do ano passado. Depois, há dicas de Pokropp para quem busca roupas para o trabalho.



DICAS PARA MULHERES

A princípio, roupas mais secas e justas são mais sérias. Calças mais largas têm uma modelagem diferente, mas podem também ser usadas em ambiente de trabalho.

Uma peça com renda exige que o resto do visual --pulseiras, colares etc.--seja discreto, porque a renda já é a "protagonista".

Se você trabalha em um lugar sisudo, mas não quer usar roupas neutras, a saída são as cores.

Usar calças sem mostrar o cavalo faz com que a pessoa aparente ser mais alta. Se é o que se quer, não há problemas.

Pulseiras são uma tendência; aparecem em todas as revistas de moda.

Especialmente no verão, é legal usar tecidos diferentes, como linho ou algodão. Quando está quente é ruim usar texturas pesadas.


DICAS PARA HOMENS

Ternos dão trabalho. O ideal é mandar fazê-los no alfaiate. Se não puder (pois custa caro), recomenda-se fazer ajustes, mas com cuidados --por exemplo, para não fazer com que os botões das mangas desapareçam.

Não só os ternos --outros tipos de roupas precisam seguir uma ideia só. Por exemplo, um sapato de couro pesado e desgastado não fica bem com calça social; mas sim com jeans.

Se você não quiser ousar nas cores das camisas, opte por cores claras como lilás, rosa ou azul. São as que estão na moda e não vão comprometer.

Fonte: Folha de São Paulo.


Hasta la vista, Baby!!!!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

As 10 profissões mais e menos estressantes para 2013

Qual é sua meta para 2013? Se a resposta for procurar um bom emprego, a ABC News fez uma lista que pode lhe ajudar nessa empreitada.

O site americano publicou uma lista de empregos que prometem ser mais estressantes e os mais “relaxados” em 2013, nos Estados Unidos. Foram avaliadas mais de 200 carreiras sob 11 fatores de estresse, como os intervalos das férias, viagens corporativas, perspectivas no emprego, pressão, prazos, competitividade, entre outros.


Soldados dos Estados Unidos foram considerados os mais estressados (Wikimedia Commons)

Para quem não quer se estressar, a carreira de professor universitário de tempo integral é a maior promessa pra 2013. Em contrapartida, o profissional deve pensar duas vezes em escolher a carreira militar, considerada a mais estressante.

Ficou em dúvida se sua profissão pode estar em alguma dessas listas? Veja abaixo as 10 carreiras mais e menos estressantes e seus respectivos salários (em dólares) por ano:

Top 10 - Mais estressantes:

1. Militares (Alistados)
Salário médio: US$ 45.528 dólares

2. Militar (Geral)
Salário médio: US$ 196.300

3. Bombeiro
Salário médio: US$ 42.250

4. Piloto de avião comercial
Salário médio: US$ 92.060

5. Executivo de Relações Públicas
Salário médio: US$ 57.550

6. Executivo Corporativo Sênior
Salário médio: US$ 101.250

7. Fotojornalista
Salário médio: US$ 29.130

8. Repórter de jornal
Salário médio: US$ 36.000

9. Taxista
Salário médio: US$ 22.440

10. Policial
Salário médio: US$ 55.010


Top 10 - Menos estressantes:

1. Professor Universitário
Salário médio: US$ 62.050

2. Costureiro / Alfaiate
Salário médio: US$ 25.850

3. Auxiliar Médico
Salário médio: US$ 32.350

4. Joalheiro
Salário médio: US$ 35.170

5. Técnico de Laboratório Médico
Salário médio: US$ 46.680

6. Audiologista
Salário médio: US$ 66.660

7. Nutricionista
Salário médio: US$ 53.250

8. Hair Stylist
Salário médio: US$ 22.500

9. Bibliotecário
Salário médio: US$ 54.500

10. Operador de prensa
Salário médio: US$ 31.910


Fonte: Infomoney


Hasta la vista, Baby!!!!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

O que você quer ser quando crescer?

Astronauta, jogador de futebol, médico, bombeiro, bailarina?

Eu queria ser professora. E você? O que queria ser com dez anos?

Fez acontecer? Isso ficou para trás? É feliz no que faz?

(foto: blogdohistoriando.blogspot.com)

A felicidade depende de nós mesmos. Fácil falar, difícil aceitar. Afinal, é tão simples dar desculpas, apontar o outro, lamentar-se.

Falamos e ouvimos muito sobre como nossos filhos aprendem conosco. Entretanto, uma relação de aprendizagem tem sempre dois lados, e, muitas vezes, perdemos nossos maiores exemplos: as crianças!

Depois de escrever sobre os “Benefícios do fracasso” e “O ter e o ser”, começo esse ano com uma mensagem sobre como mudar o foco. Talvez assim possamos nos dar conta que, na verdade, nossos sonhos se realizaram, somos felizes e nem sabemos.

Para isso, seja mais criança e lembre-se de alguns pequenos grandes valores:


Equilibre-se

Podemos começar com nossa vida profissional x vida pessoal. Esquecemos que a carreira é somente parte da vida, não ela toda.

Muita gente fica o tempo todo atrás do urgente e deixa o importante de lado.

E a velha máxima: “Não tenho tempo”?

Isso é desculpa. Tempo é uma questão de prioridade.

Como diz o Professor Mário Cortella, “Pergunte a um infartado que sobreviveu e nunca tinha tempo para se exercitar. Hoje, faça chuva ou faça sol, às 6 horas da manhã ele está lá caminhando”.

Siga o exemplo das crianças e “desça para o play”!

Esses momentos são vitais para manter nossas energia e criatividade circulando.

Quem só fala de trabalho é chato. Reclamar da vida está fora de moda. Isso acaba afastando os outros.


Priorize

Existem coisas fundamentais e essenciais em nossa vida, mas costumamos confundi-las de vez em quando.

Coisas fundamentais: dinheiro, sexo, reciprocidade, carreira.

Coisas essenciais: felicidade, religiosidade, sexualidade, lealdade, amizade.

As coisas fundamentais servem somente de escada. E ninguém fica parado no meio da escada, não faz sentido.

As coisas essenciais são aquelas que trazem o equilíbrio vital.

Siga o exemplo das crianças e seja simplesmente feliz!

Quando aquele carro estacionar na vaga na sua frente e deixá-lo irritado, lembre-se das crianças brincando no parquinho. Elas podem disputar o balde de areia por alguns momentos e, minutos depois, estarem construindo e se divertindo com o castelo mais lindo do mundo.

Pare de remoer as coisas. Simplesmente deixe a vida fluir mais leve.


Valorize

O valor que damos para nossas conquistas é vital para nossa felicidade.

A estagnação no trabalho, em relacionamentos, na vida, é o paraíso da mediocridade, a aventura do tédio.

Ensine aos seus filhos a noção de esforço e aprenda com eles a ser destemido.

Siga o exemplo das crianças e arrisque!

Seja cada dia uma princesa ou um super herói diferente, releve, bata o pé e depois peça desculpas, chore, sorria (nem que seja para reduzir sua pressão arterial e o estresse).

Nascemos com pouquíssimos medos, aqueles necessários para a sobrevivência. Todos os outros são infundidos em nós por pessoas que convivem conosco. Alguns deles são legítimos e necessários para vivermos em um mundo modernizado. Outros, completamente desnecessários e servem somente para nos impedir de ser tudo o que podemos ser.

Todos sabem o quanto as crianças “enchem” uma casa. Portanto, movimente-se, “encha” sua casa, não deixe sua vida cair na inércia.


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Reparta o que sabe.

Quem sabe reparte. Quem não sabe, procura.

Estudamos tanto sobre relacionamentos com clientes, fornecedores, funcionários, chefes, mas nos esquecemos que aprendemos a fazer conexões desde pequenos.

Siga o exemplo das crianças e faça amigos!

Agregar valor à vida de alguém é uma das melhores sensações do mundo.

Sua vida não é feita só de ROI. Invista no ROR (Retorno sobre Relacionamento).


Seja coerente

Não basta ensinar o que sabe. É preciso praticar o que ensina.

Depois de certa idade, chamamos isso de “integridade”.

Você cumpre o que, quando e como disse que faria?

Conserta quando distorce a verdade?

Não existe outra resposta além de SIM.

Siga o exemplo das crianças e seja você mesmo!

Seja simplesmente quem você é, não uma réplica de outra pessoa, uma versão filtrada de si mesmo, ou quem você acha que as pessoas querem que você seja.

A autenticidade é o que realmente constrói conexões e relacionamentos


Seja simples

Ninguém mais tem paciência com pessoas que têm tudo, sabem tudo, conhecem tudo. Em um mundo no qual o verbo é compartilhar, não há mais espaço para esse tipo de postura.

Siga o exemplo das crianças e pergunte sobre tudo, surpreenda-se!

Enquanto perguntamos sobre tudo, continuamos interessados em tudo e em todos a nossa volta, sempre à procura de possibilidades.

Explore novas perspectivas, questione (pelo menos uma vez na vida) tudo o que já sabe.

Amadurecer não significa que precisamos agir nessa idade o tempo todo. Às vezes a maturidade é algo extremamente exagerado. A vida não deve ser levada tão a sério.

Para realizar seu sonho de infância e ser feliz, como dizia o grande Millôr Fernandes, “O importante é ter, sem que o ter te tenha.”

Portanto, quando tudo parecer difícil, volte a ser criança, sem nenhum medo de responder a uma simples pergunta: “O que você quer ser quando crescer?”

(foto: blogdohistoriando.blogspot.com)


Assista o vídeo que inspirou o título do texto aqui: (http://www.youtube.com/watch?v=fttyXtJywMw
e SEJA FIEL AOS SEUS VALORES.

Que seus sonhos se realizem em 2013, ou seja, que você seja simplesmente FELIZ!


Fonte: *Gabriela Otto tem uma carreira de 18 anos 
de experiência na Gestão de Marketing, 
Vendas, RM e Distribuição Hoteleira, 
além de profundo conhecimento do mercado de luxo. 
É também professora da Pós da ESPM, 
mantém o blog Propagando o Marketing e 
é sócia-diretora da GO Consultoria.

Hasta la vista, Baby!!!

O que você quer ser quando crescer?

Astronauta, jogador de futebol, médico, bombeiro, bailarina?

Eu queria ser professora. E você? O que queria ser com dez anos?

Fez acontecer? Isso ficou para trás? É feliz no que faz?

(foto: blogdohistoriando.blogspot.com)

A felicidade depende de nós mesmos. Fácil falar, difícil aceitar. Afinal, é tão simples dar desculpas, apontar o outro, lamentar-se.

Falamos e ouvimos muito sobre como nossos filhos aprendem conosco. Entretanto, uma relação de aprendizagem tem sempre dois lados, e, muitas vezes, perdemos nossos maiores exemplos: as crianças!

Depois de escrever sobre os “Benefícios do fracasso” e “O ter e o ser”, começo esse ano com uma mensagem sobre como mudar o foco. Talvez assim possamos nos dar conta que, na verdade, nossos sonhos se realizaram, somos felizes e nem sabemos.

Para isso, seja mais criança e lembre-se de alguns pequenos grandes valores:


Equilibre-se

Podemos começar com nossa vida profissional x vida pessoal. Esquecemos que a carreira é somente parte da vida, não ela toda.

Muita gente fica o tempo todo atrás do urgente e deixa o importante de lado.

E a velha máxima: “Não tenho tempo”?

Isso é desculpa. Tempo é uma questão de prioridade.

Como diz o Professor Mário Cortella, “Pergunte a um infartado que sobreviveu e nunca tinha tempo para se exercitar. Hoje, faça chuva ou faça sol, às 6 horas da manhã ele está lá caminhando”.

Siga o exemplo das crianças e “desça para o play”!

Esses momentos são vitais para manter nossas energia e criatividade circulando.

Quem só fala de trabalho é chato. Reclamar da vida está fora de moda. Isso acaba afastando os outros.


Priorize

Existem coisas fundamentais e essenciais em nossa vida, mas costumamos confundi-las de vez em quando.

Coisas fundamentais: dinheiro, sexo, reciprocidade, carreira.

Coisas essenciais: felicidade, religiosidade, sexualidade, lealdade, amizade.

As coisas fundamentais servem somente de escada. E ninguém fica parado no meio da escada, não faz sentido.

As coisas essenciais são aquelas que trazem o equilíbrio vital.

Siga o exemplo das crianças e seja simplesmente feliz!

Quando aquele carro estacionar na vaga na sua frente e deixá-lo irritado, lembre-se das crianças brincando no parquinho. Elas podem disputar o balde de areia por alguns momentos e, minutos depois, estarem construindo e se divertindo com o castelo mais lindo do mundo.

Pare de remoer as coisas. Simplesmente deixe a vida fluir mais leve.


Valorize

O valor que damos para nossas conquistas é vital para nossa felicidade.

A estagnação no trabalho, em relacionamentos, na vida, é o paraíso da mediocridade, a aventura do tédio.

Ensine aos seus filhos a noção de esforço e aprenda com eles a ser destemido.

Siga o exemplo das crianças e arrisque!

Seja cada dia uma princesa ou um super herói diferente, releve, bata o pé e depois peça desculpas, chore, sorria (nem que seja para reduzir sua pressão arterial e o estresse).

Nascemos com pouquíssimos medos, aqueles necessários para a sobrevivência. Todos os outros são infundidos em nós por pessoas que convivem conosco. Alguns deles são legítimos e necessários para vivermos em um mundo modernizado. Outros, completamente desnecessários e servem somente para nos impedir de ser tudo o que podemos ser.

Todos sabem o quanto as crianças “enchem” uma casa. Portanto, movimente-se, “encha” sua casa, não deixe sua vida cair na inércia.


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Reparta o que sabe.

Quem sabe reparte. Quem não sabe, procura.

Estudamos tanto sobre relacionamentos com clientes, fornecedores, funcionários, chefes, mas nos esquecemos que aprendemos a fazer conexões desde pequenos.

Siga o exemplo das crianças e faça amigos!

Agregar valor à vida de alguém é uma das melhores sensações do mundo.

Sua vida não é feita só de ROI. Invista no ROR (Retorno sobre Relacionamento).


Seja coerente

Não basta ensinar o que sabe. É preciso praticar o que ensina.

Depois de certa idade, chamamos isso de “integridade”.

Você cumpre o que, quando e como disse que faria?

Conserta quando distorce a verdade?

Não existe outra resposta além de SIM.

Siga o exemplo das crianças e seja você mesmo!

Seja simplesmente quem você é, não uma réplica de outra pessoa, uma versão filtrada de si mesmo, ou quem você acha que as pessoas querem que você seja.

A autenticidade é o que realmente constrói conexões e relacionamentos


Seja simples

Ninguém mais tem paciência com pessoas que têm tudo, sabem tudo, conhecem tudo. Em um mundo no qual o verbo é compartilhar, não há mais espaço para esse tipo de postura.

Siga o exemplo das crianças e pergunte sobre tudo, surpreenda-se!

Enquanto perguntamos sobre tudo, continuamos interessados em tudo e em todos a nossa volta, sempre à procura de possibilidades.

Explore novas perspectivas, questione (pelo menos uma vez na vida) tudo o que já sabe.

Amadurecer não significa que precisamos agir nessa idade o tempo todo. Às vezes a maturidade é algo extremamente exagerado. A vida não deve ser levada tão a sério.

Para realizar seu sonho de infância e ser feliz, como dizia o grande Millôr Fernandes, “O importante é ter, sem que o ter te tenha.”

Portanto, quando tudo parecer difícil, volte a ser criança, sem nenhum medo de responder a uma simples pergunta: “O que você quer ser quando crescer?”

(foto: blogdohistoriando.blogspot.com)


Assista o vídeo que inspirou o título do texto aqui: (http://www.youtube.com/watch?v=fttyXtJywMw
e SEJA FIEL AOS SEUS VALORES.

Que seus sonhos se realizem em 2013, ou seja, que você seja simplesmente FELIZ!


Fonte: *Gabriela Otto tem uma carreira de 18 anos 
de experiência na Gestão de Marketing, 
Vendas, RM e Distribuição Hoteleira, 
além de profundo conhecimento do mercado de luxo. 
É também professora da Pós da ESPM, 
mantém o blog Propagando o Marketing e 
é sócia-diretora da GO Consultoria.

Hasta la vista, Baby!!!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

3 Reflexões essenciais sobre Atendimento



Um dos assuntos mais comentados pelas pessoas em redes sociais, conversa de ponto de ônibus, conversa de bar e em outros locais é sobre problemas de atendimento. Isso é tão verdade, que o investimento de empresas em responder a estas reclamações tem aumentado a cada dia.






Neste caso o mais importante é fazer uma análise do tipo e fonte de reclamações e assim tomar medidas que de fato eliminem os problemas.

Caso sua empresa ainda não tenha desenvolvido nenhuma ferramenta para identificar as principais fontes de reclamação, faça a sua equipe refletir sobre 3 questionamentos:



1- Você entende a necessidade do cliente?

Ao abordar um cliente não deixe de ouvi-lo, fazer perguntas específicas e assim entender e compreender as necessidades do cliente. Não ache que você sabe o que o seu cliente quer, ouça!


2- Você conhece seus produtos?

Pode parecer estranho, mas todos os funcionários devem conhecer profundamente todos os produtos de sua empresa e entender quais necessidades eles atendem e assim ofertar sempre o produto certo.



3- Você conhece o diferencial competitivo de seu negócio?


Apesar de entender a necessidade do cliente e talvez conhecer seu produto profundamente, algum dos casos que geram problemas é não entender as diferenças entre sua empresa e o mercado e os motivos destas diferenças. Por que o cliente deve comprar em sua empresa?


O trabalho para melhorar o atendimento e reduzir as reclamações deve ser contínuo e desenvolvendo um trabalho simples, claro e fácil. Assim, seu time conseguirá estabelecer um relacionamento positivo com seu cliente.


Fonte: Maurício Camacho  

Hasta la vista, Baby!!!

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Quem tem medo de 2013?


O mundo está passando por um momento econômico e social muito difícil. A zona do Euro está em extrema dificuldade. Grécia, Portugal, Espanha, Itália e mesmo França se encontram, em maior ou menor grau, em estado de alerta, senão de emergência. O mundo árabe sofre com problemas crônicos advindos de várias correntes e fundamentalismos. 





É claro que o Brasil não é uma ilha isolada do mundo. As empresas com maior dependência do mercado externo sofrerão os efeitos dessa crise mundial. E isso se refletirá em toda a economia que deverá crescer no máximo 4% em 2013. Isso é ruim ou bom?

Diante da crise mundial, crescer 4% não é tão mau. E esse crescimento será possível graças ao mercado interno que continuará a se expandir com a gradual ascensão da classe C para a B. Com renda familiar mensal entre R$2,2 mil e R$7 mil a classe B deverá, nos próximos anos, ser o extrato social com maior potencial de consumo ultrapassando a classe C. Além disso, o governo dispõe de mecanismos capazes de incentivar setores da economia como tem demonstrado aptidão de fazer.

Assim, terá medo de 2013 o empresário que não acreditar no Brasil e na sua capacidade de crescer. Não acreditando, não investirá e perderá a grande chance dos próximos anos, quando o crescimento deverá se manter e ser até superior. 

Terá medo o profissional que não se aperfeiçoar e não compreender que o mercado será ainda mais competitivo e que somente os melhores poderão vencer, pois teremos uma nova onda migratória de técnicos europeus para o Brasil nos próximos anos. 

Terá medo quem, não investindo e não se aperfeiçoando, continuar apostando contra o Brasil, olhando apenas para suas mazelas e dificuldades e fazendo vista grossa para suas vantagens estratégicas comparativas no mundo de hoje. Afinal, somos uma democracia constitucional consolidada; não temos problemas de fronteira; não temos problemas étnicos ou religiosos sensíveis; somos autossuficientes em petróleo e em fontes alternativas de energia e temos um mercado interno enorme e em crescimento.

Meu conselho: não tenha medo de 2013. Acredite e pise fundo!

Pense nisso. Sucesso! Feliz Ano Novo!

Fonte: Prof.Luiz Marins

Hasta la vista, Baby!!!    
Feliz 2013!!!!