sábado, 31 de maio de 2014

Dicas importantes para recepcionistas de hotel





Trabalhar na recepção de um hotel é muito mais do que apenas distribuir sorrisos, atender telefones, efetuar cadastro de hóspedes, etc. O pessoal da recepção de um hotel, deve estar preparados e muito bem treinados para resolver situações muitas vezes intrigantes, é preciso ter conhecimentos profundos de psicologia, relações humanas, inteligência emocional e muita tolerância, empatia ao extremo, oferecer o melhor serviço possível ao hóspede requer algumas habilidades básicas que todo o pessoal deve dominar.









1. Ser amigável

O pessoal da recepção deve ser amigável e educado, independentemente de como eles estão ocupados ou como os clientes impacientes podem parecer. Você deve cumprimentar todos os convidados de uma maneira amigável e acolhedora, nunca manter os clientes em espera, a menos que você esteja ao telefone. Oferecer um sorriso é um sinal rápido de que você vai estar com eles o mais rápido possível. Uma conversa amigável, mas não se esqueça de manter um nível de profissionalismo. Polidez coloca as pessoas à vontade, mas por ser muito amigável ou muito falante pode fazer os hóspedes se sentirem desconfortáveis.


2. Ser conhecedor

A última coisa que um hóspede quer ouvir é "não sei", e como o serviço ao cliente no front desk, você deve ser bem treinado em todas as áreas do hotel, incluindo questões de limpeza, as políticas de hotel, informações de segurança e todos os processos relacionados com a reservas e lidar com dinheiro. Você também deve ter uma boa base de conhecimentos da comunidade circundante, incluindo eventos locais, restaurantes e shopping, você deve estar preparado para fornecer indicações precisas a qualquer uma dessas localidades. Se uma informação foi solicitada por um hóspede e você não a tem, ou não sabe naquele momento prometa que irá procurar saber a resposta correta, certamente você pode encontrá-la. Usar a Internet da lista telefônica, ou guia de turismo local, ou pedir a um colega de trabalho. Nunca deixe um hóspede sem resposta.


3.Ao ser acomodado

As pessoas muitas vezes estão cansados, com fome e, por vezes são exigentes quando viajam. Eles escolheram o seu hotel para um sono de boa noite, e muitas vezes, os pais se esquecem de pedir quartos com berços, os clientes esquecem de mencionar que eles precisam de um quarto com acesso especial e, por vezes, os clientes potenciais chegam sem uma reserva. Como profissional da recepção do hotel é seu dever, dar uma excelente acolhida. Quer se trate de uma torneira pingando, um pedido de um travesseiro extra ou um cliente insatisfeito, os clientes esperam ter um certo nível de conforto, e você deve fazer tudo que estiver ao seu alcance e dentro da razão. Chamada de manutenção, de limpeza de quarto, banheiros, ou atender demais solicitações. Mesmo se você tem que negar uma estada por motivo do seu hotel está lotado, não se esqueça de fazer o possível para encontrar outro hotel e certamente ele ficará muito grato e levará a imagem do seu hotel e quando ele retornar, sem dúvida irá procurar você novamente. Ou seja, você é o hotel!

Fonte: Hotelaria e Hospitalidade.blogspot

Hasta la vista, Baby!!!

quinta-feira, 15 de maio de 2014

8 hábitos que vão lhe ajudar a ser rico com um pequeno salário


A diferença entre uma vida sob estresse financeiro e uma cheia de prosperidade está nos pequenos hábitos que temos em relação ao dinheiro. O 
Business Insider recorreu aos consultores Nancy Butler e David Blaylock, que atuam na área de planejamento financeiro, e reuniu um plano com oito passos que ajudarão você a economizar, primeiramente, e a usar essas economias com sabedoria.






Saiba quais pequenas mudanças vão lhe direcionar para um futuro próspero.

1. Inverta seu pensamento

Mesmo que depois de pagar as contas sua remuneração líquida pareça anêmica, é preciso aprender a destinar uma parte desse dinheiro para o seu objetivo financeiro, o que não ocorre do dia para a noite. Por isso é necessário adaptar sua mente gradativamente.

"Muitas pessoas gastam dinheiro, pagam as contas e guardam o que sobrou e isso está ao contrário: você deve primeiramente guardar para os objetivos financeiros, pagar as contas e depois considerar gastar o dinheiro que restou", declara Butler ao Business Insider.

Uma armadilha onde muitos caem é adiar hábitos de poupar dinheiro para quando as finanças estiverem mais folgadas, porque quanto mais se ganha, mais se gasta. Blaylock adverte que não precisa ser muito, o importante é economizar. "Não estou pedindo para você reservar $ 1000 por mês, estou pedindo para guardar $ 50, ou uma pequena quantia que você consiga bancar. Não podemos subestimar o poder de começar pequeno".

2. Olhe para onde você quer chegar

Especialistas em finanças sempre sugerem àqueles que estão poupando para o futuro começar com um plano de 5 anos, com metas específicas. O que você precisa para alcançar seu objetivo dentro de um tempo específico, que não precisa ser necessariamente 5 anos. Por exemplo, economizar dinheiro alguns anos para dar entrada no pagamento ou seis meses para criar um fundo de emergência.

"Ter um objetivo em mente nos ajuda a guardar", declara Blaylock. "Se esse objetivo é a poupança de emergência, ou a poupança para uma viagem, ou poupar para a faculdade, não importa", declara.

3. Crie seus próprios truques mentais

Como o primeiro item, devemos começar devagar. Deixar de comer em restaurantes com frequência ou limitar um valor a ser gasto mensalmente em itens supérfluos pode ser uma de suas novas regras.

Também conhecido como"heurística", ou seja, uma maneira de solucionar um problema - que no caso é o hábito de guardar dinheiro-, esse método é uma ótima forma de desenvolvermos bons hábitos em relação ao nosso ganha pão. Muitas escolhas que fazemos em um dia podem nos ajudar a não gastar dinheiro em coisas desnecessárias.

4. Viva como um rico "anônimo"

Nem todo milionário vive em uma mansão ou dirige um Ferrari. Aliás, a maioria deles leva uma vida abaixo do padrão que poderia bancar. De acordo com Thomas J. Stanley, co-autor do livro "The Millionaire Next Door: The Surprising Secrets of America’s Wealthy” (O Vizinho Milionário: os segredos supreendentes da riqueza da América, em tradução literal), os milionários não esbanjam dinheiro, eles economizam mais do gastam. O livro mostra que a maior parte da riqueza dos Estados Unidos vem do trabalho duro e poupança regular.

David Sapper e sua esposa, por exemplo, faturam mais de US$ 500 mil por ano com um negócio de carros usados, no entanto, eles não se dão ao luxo de gastar mais do que US$ 2,5 mil por mês. Ao aplicar 90% da renda em investimentos e em economias, Sapper diz que poderá se aposentar mais cedo.

"Encontre o ponto no qual você tem o que precisa e está feliz e confortável, e apenas fique por lá", aconselha o empresário.

5. Providencie sua aposentadoria agora

Para aqueles na faixa etária entre 20 e 30 anos, a aposentadoria pode parecer algo muito distante e, por isso, talvez não seja uma prioridade. Entre contas a pagar, despesas de modo geral, economias para o financiamento de uma casa ou para férias, como é possível ainda reservar dinheiro para aposentadoria? Quanto mais tarde você deixa para juntar dinheiro, mais você terá que juntar.

Se aos 30 você depositar mensalmente $ 50 em uma conta de aposentadoria com o retorno sobre o investimento de 7%, em 30 anos você terá $ 56 mil, contudo, se você esperar chegar aos 40 para se preocupar com sua aposentadoria, para chegar ao valor final, você terá que investir $ 110 por mês. Isto se deve porque seu dinheiro tem menos tempo para crescer, minimizando o impacto dos juros compostos.

6. Saiba quanto está entrando e quanto está indo embora

Se você não sabe ao certo o quanto é depositado mensalmente em sua conta bancária, você não saberá quanto dinheiro pode direcionar para cumprir sua meta financeira.

É preciso conhecer seus gastos para poder controlá-los, além do mais, "conhecimento é o primeiro passo para uma mudança duradoura".

Caso você tenha dificuldade para conferir seu contracheque e organizar suas economias, há aplicativos como o LearnVest que podem auxiliá-lo gratuitamente.

7. Livre-se das dívidas

Certamente, em algum momento de nossa vida, já tivemos que lidar com dívidas. Enquanto dívidas relativas a empréstimos estudantis ou a um financiamento imobiliário são compreensíveis e muitas vezes necessárias, as de cartão de crédito, por outro lado, nas quais são pagas altas taxas mensais, podem ser evitadas.

Quitar as dívidas deve ser a prioridade número um. Apesar disso, para Blaylock, vale mais a pena guardar parte do dinheiro reservado para as dívidas. Mesmo demorando mais para quitar o cartão de crédito, por exemplo, o indicado é garantir as economias para o fundo de emergência. Caso surja algum imprevisto, como uma batida de carro, você não precisará fazer novas dívidas para consertar seu automóvel.

8. Aumente seus ganhos

Para crescer o patrimônio líquido você tem que gastar menos e juntar mais. A questão não é ter um salário maior, é saber investir as economias. "Na maioria das vezes, ganhar mais não leva à um maior patrimônio líquido porque o estilo de vida e as despesas crescem junto com ele", informa a consultora de planejamento financeiro Natalie Taylor, sócia de Blaylock.

Mas para quem não consegue minimizar os gastos o suficiente para juntar dinheiro há algumas maneiras de aumentar a renda mensal sem um aumento no salário ou sem ganhar na loteria. Uma sugestão é procurar um outro emprego, que de preferência tenha a ver com sua personalidade.

"Eu tenho uma grande amiga que é advogada. Ela tem um grande hábito de viagem que ela não está disposta a deixar de lado. Então ela trabalha em uma loja de flores aos sábados durante a temporada de casamentos. É um ganho para todos: a loja de flores tem uma funcionária de confiança e, como minha amiga ama flores, ela não pensa nisso como trabalho", conta Blaylock.

Fonte:administradores.com.br

Hasta la vista, Baby!!!!

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Como você recompensa seus melhores talentos?




O segredo dos líderes para reter talentos é descobrir a pessoa que existe por trás de cada profissional importante na sua equipe 










Um dos maiores desafios dos líderes de hoje é reter bons talentos. A concorrência por profissionais bem qualificados aumenta na mesma proporção em que estes se tornam mais raros com o sistema educacional vigente no país. Reter bons talentos é uma poderosa arma estratégica que poucos líderes conseguem ser bem sucedidos. Normalmente se dedicam altos orçamentos para recompensas, premiações e bônus, como se dinheiro fosse o principal incentivo para reter verdadeiros talentos. 


Na verdade, os melhores profissionais sabem que podem conseguir dinheiro em qualquer lugar. Se eles decidem ficar e não cair no canto da sereia do concorrente é por um ou mais motivos mais importantes para eles, que pode variar de pessoa para pessoa entre as seguintes opções: relacionamento com a liderança, ambiente agradável, clima de coleguismo e cooperação, trabalhos interessantes e desafiadores, oportunidades de aprendizado e crescimento profissional, reputação e imagem da empresa, liberdade e autonomia. 


O segredo dos líderes para reter talentos é descobrir a pessoa que existe por trás de cada profissional importante na sua equipe. Vou ilustrar com um exemplo. Uma vez eu e minha equipe passamos por uma situação bastante exigente, no qual todos tinham que se engajar para conseguir terminar um trabalho emergencial dentro de um prazo exíguo. Alguns se dedicaram além do que eu podia exigir, dentre os quais, Meirelles, que, com sua experiência de mais de 20 anos na empresa, era imprescindível para evitarmos retrabalho. 


Deixou de lado a família para ajudar na força-tarefa. Foram alguns fins de semana e noites para dar conta do recado. Meirelles era o mais dedicado e foi graças a ele que conseguimos atingir as metas e receber reconhecimento da matriz americana pelos resultados obtidos. Depois que tudo acabou, levei Meirelles e sua família para jantar em um dos mais luxuosos restaurantes de São Paulo na época. Meirelles me contou depois que aquele reconhecimento foi muito importante não só para ele, mas sobretudo para sua família, que sentiu falta do marido e pai, mas entendeu, naquela noite, com os meus elogios regados ao melhor vinho, a importância do trabalho do pai. O valor que gastei naquela noite foi irrisório perto do benefício gerado que, neste caso, foi o orgulho da família pelo bom trabalho do pai e marido. Se usarmos bem o orçamento para recompensar os funcionários com aquilo que é mais importante e valorizado para eles, no caso de Meirelles, a família, você verá que gastará muito menos e aumentará as chances de ganhar a confiança deles. A própria esposa de Meirelles me disse, em outra ocasião, que a concorrência pode oferecer o que quiser para ele que ela jamais o deixará abandonar este emprego. 


Por isso, esteja sempre próximo de seus funcionários mais importantes, conheça-os bem, entenda o que desperta sua motivação pelo trabalho, mostre para eles o significado do que eles fazem, seja transparente e honesto com eles e estabeleça uma relação de confiança mútua e eles o seguirão para onde você for. 


Fonte: Marcos Hashimoto 


Hasta la vista,Baby!!!

sábado, 11 de janeiro de 2014

Que tal um 2014 com novos hábitos?








Quero sugerir algo diferente neste ano. Ao invés de estabelecer objetivos, adote um loop do hábito. Pense no principal fator que o impede de atingir seus objetivos











Janeiro é época de tirar férias, pagar impostos e estabelecer metas profissionais e pessoais: trocar de emprego, ser promovido, começar uma pós-graduação, desenvolver um plano B, frequentar a academia, passar mais tempo com a família, parar de fumar. Não raro, grande parte torna-se recorrente voltando ano após ano para a lista, seja por vício, preguiça, falta de tempo ou mais provavelmente pela manutenção dos mesmos hábitos, tema sobre o qual tratará este artigo, utilizando como base o livro de Charles Duhigg, repórter do New York Times, “O Poder do Hábito”.

Hábitos são importantes em nossas vidas, guiando nosso dia a dia, em especial de segunda à sexta-feira. Escovar os dentes, tomar banho e café da manhã, pegar o ônibus, metrô ou tirar o carro da garagem, levar os filhos à escola, escutar as noticias no rádio, ver as novidades no Facebook, ligar o computador, ler os e-mails, almoçar com os colegas do departamento, voltar para casa, jantar, assistir à novela das nove, dormir. Quem já perdeu o emprego após anos de labuta sabe o quão difícil é o horário comercial sem a força do hábito.

Os responsáveis por sua formação são os gânglios basais, localizados no meio de nosso cérebro. Um experimento foi realizado prendendo um rato em um corredor estreito com duas saídas, colocando-se um pedaço de chocolate no lado esquerdo. Uma portinhola era aberta gerando um clique alto, logo após o rato farejava os cantos do labirinto até a bifurcação, virara a direta ou a esquerda e então comia o chocolate. Como era esperado, o rato aprendeu o caminho através das repetições. Comparou-se então a atividade dos gânglios, a qual diminuía de intensidade à medida que a sequência de ações (clique - farejar - virar a esquerda - comer o chocolate), tornava-se um hábito.

Troquemos ratos por macacos em uma nova experiência. Um macaco foi colocado sentado em uma cadeira em frente a um monitor. Havia também uma pequena mangueira em sua boca interligada a um recipiente com suco de amora. Sua tarefa era puxar uma alavanca toda vez que traços coloridos aparecessem no monitor. Como recompensa, uma gota de suco era despejada em sua boca. Inicialmente receoso, o primata entendeu a sequência (traços - alavanca - suco de amora), concentrando-se na atividade mesmo que outras fontes de distração fossem colocadas ao seu redor.

Os pesquisadores denominaram como agrupamento o processo de conversão destas ações em uma rotina automática. Voltemos à nossa lista. Escovar os dentes e ligar o computador são agrupamentos simples, o que não se pode dizer do agrupamento complexo tirar o carro da garagem de ré, escutar música e brigar com o filho no banco traseiro. Tente pedir a um motorista recém habilitado que realize as tarefas simultaneamente. Em suma, os hábitos surgem devido à capacidade do cérebro em poupar esforço. Imagine o quão difícil seria caso tivéssemos que tomar decisões para colocar a pasta na escova ou decidir quantas colheres de açúcar no café.

Outra descoberta interessante foi o loop do hábito, processo que estabelece uma sequência: deixa - rotina - recompensa, importante na formação dos hábitos. Chocolate e suco de amora eram as recompensas, traços coloridos e clique alto as deixas, seguir o corredor, virar a esquerda e puxar a alavanca as rotinas.

Utilizemos a teoria apresentada às metas do primeiro parágrafo. Todo fumante é ciente das recompensas em deixar o cigarro, entretanto muitos não conseguem largar o vício. Em grande parte isto decorre da manutenção dos hábitos: cafezinho no escritório, cerveja com os amigos e churrasco aos finais de semana, antigas deixas para que a rotina “acender um cigarro” apareça. O mesmo pode ser aplicado às pessoas que desejam perder peso. Ter os mesmos alimentos na geladeira, ir aos mesmos restaurantes e andar com a mesma turma de glutões gerarão deixas que criarão rotinas, calorias em excesso, tornando a recompensa, ainda mais difícil se ser atingida.

Quero sugerir algo diferente neste ano. Ao invés de estabelecer objetivos, adote um loop do hábito. Pense no principal fator que o impede de atingir seus objetivos. Em meu caso, a falta de tempo era a principal vilã. Estabeleça uma grande recompensa. Sair do escritório meia hora antes do término do expediente foi a minha. Em seguida mude e crie rotinas, abandonando deixas que podem comprometê-la. Chegar mais cedo ao escritório, almoçar mais rápido, desconectar o Facebook, respeitar os horários das reuniões, gerenciar minha agenda e estabelecer objetivos de médio e longo prazo sustentaram meu loop do Hábito.

Com a recompensa: mais tempo disponível, pude realizar vários objetivos da minha lista de ano-novo: passar mais tempo com a família, terminar um mestrado, começar a dar aulas, ler os livros empoeirados da estante, fazer exercícios e passear com o cachorro. Grandes prazeres e conquistas, possíveis através do poder da mudança de hábitos. Tente, não custa! Para mim funcionou.

Fonte: Marcos Morita, Administradores

Hasta la vista, Baby!!!!

terça-feira, 22 de outubro de 2013

O que fazer na hora que o bicho pega na sua empresa

Em um mundo ideal, em que: conseguimos aplicar todas as teorias na prática, estamos protegidos de todos os imprevistos e o bacon não engorda; as coisas sempre saem de acordo com o planejado e conseguimos alcançar nossos objetivos com certa facilidade, só dependendo de nós mesmos.
Porém, sabemos que no mundo real (aquele em que o bacon precisa ser consumido com moderação), as coisas não são bem assim. Assim Forrest Gump ouvia da sua mamãe: a vida é como uma caixa de bombons, você nunca sabe o que vai encontrar.
No mundo empreendedor, que é ainda mais emocionante, existem uma série de situações que podem ser consideradas como “o bicho pegou”. Desde um sócio que pede para sair do dia pra noite até uma pane elétrica que te fazer perder aquele arquivo importante, imprevistos acontecem e podem gerar uma bela dor de cabeça.
Se você está passando por alguma situação parecida, espero que te ajudar a sair dessa. Se sua situação está tranquila, recomendo imprimir esse artigo e deixar em local de fácil acesso para o momento em que o bicho pegar, já que com certeza ele vai.
Ah se vai!

Calma, nem tudo está perdido. Muito pelo contrário!
Calma, nem tudo está perdido. Muito pelo contrário!


Passo nº 1: “Desmonstrifique” o problema

No geral, a primeira reação do cérebro ao ver que o bicho pegou é ficar travado por um tempo e liberar adrenalina no corpo para te ajudar a lutar ou sair correndo.

Porém, a não ser que o seu problema seja um avestruz raivoso que invadiu o escritório, dificilmente essa carga de adrenalina será muito útil.
Na prática, quando falamos sobre problemas corporativos, a melhor opção é se comportar como James Bond.
Repare que mesmo quando tudo parece perdido, ele está sempre tranquilo, pensando em como sair daquela situação que pode ir desde um jogo de poker até um tubarão com laser na cabeça nadando ferozmente em sua direção.
Para manter a tranquilidade nesses casos (problemas corporativos, não tubarões com lasers), o melhor a fazer é visualizar de forma clara o possível a pior consequência que aquele problema pode trazer. Normalmente o medo do problema é muito pior do que a consequência em si.
Por exemplo, alguma vez você teve que falar em público e sua performance foi simplesmente ridícula? Aposto que sim. E ainda digo mais, aposto que seu frio na barriga antes da performance ridícula foi muito pior do que as reais consequências de ter se embananado na frente de todo mundo.
Na medida em que tiramos o problema do pedestal e vemos que a pior consequência possível não irá acabar com nossa vida pra sempre, aí sim estamos prontos para lutar com o problema, mas de forma organizada, não apenas por causa de uma descarga de adrenalina.


Passo nº 2: Quebre a solução do problema em etapas bem definidas

Além de colocar os problemas no pedestal, as pessoas também costumam fazer o mesmo com as respectivas soluções. O problema disso é que na hora de começar a pensar em como resolver aquele pepino imaginamos uma solução mega complicada, que só de pensarmos nela, já bate uma leseira…

A melhor forma de resolver esse problema é investir um tempinho avaliando quais são as etapas que fazem parte da solução de problema. Quanto mais “mastigáveis” forem as etapas, mais fácil se motivar para começar a atuar em cima disso.
Para se aprofundar, recomendo o artigo 4 dicas para meros mortais encararem grandes desafios.


Passo nº 3: Avalie os pré-requisitos e crie um plano de como consegui-los

Na hora de pensar numa solução, tudo vai indo muito bem até o momento em que percebemos que será necessário algum recurso que não temos. Alguns exemplos são: arquivos, senhas, permissão de alguém, orçamento, conhecimento técnico, etc.

Numa situação normal, esse é o momento em que as desculpinhas começar a aparecer. Porém, para você, o novo 007 da resolução de pepinos, é simplesmente uma questão de criar planos específicos de como conseguir esses pré-requisitos.
Moral da história: transforme esses pré-requisitos em tarefas, integre-os no seu plano original e siga em frente.


Passo nº 4: Saia do lugar!

Finalmente, chegou a hora de parar de planejar e colocar a mão na massa. Afinal, esse pepino não irá se resolver sozinho.

Nessa etapa, não tem muito segredo, é simplesmente uma questão de arregaçar as mangas e colocar em prática o seu plano, até que outro imprevisto apareça e você tenha que recomeçar o ciclo.


Conclusão: O que não te mata, te fortalece

Por mais que Ikki de Fênix seja o cavaleiro do zodíaco mais maneiro, você não precisa ser uma ave mitológica para ficar mais forte a cada desafio vencido.

Lógico que na hora que o bicho está pegando ninguém fica feliz pensando “Caramba, que ótima oportunidade de aprendizado que esse problema vai me gerar!”. Mas depois que a porca destorce o rabo, vale muito a pena fazer uma avaliação de como evitar que esse problema aconteça de novo.
Quanto mais experiente, mais você saberá lidar com novas situações e ganhará mais jogo de cintura para se prevenir de novos pepinos.
Em muitos casos de imprevistos corporativos, um bom seguro pode ajudar a minimizar bem o impacto do problema quando ele acontece. Nessa área, recomendo muito conferir as coberturas da Porto Seguro.
Além de te proteger de MUITOS tipos de situação (veja mais aqui), eles possuem uma equipe com experiência em diversos tipos de negócios, podendo indicar as melhores coberturas específicas para a sua empresa.
Para saber mais, envie um email para promotores.re@portoseguro.com.br ou peça uma proposta por aqui.

Abraços,

Millor Machado (frio como o gelo, flexível como a água e morrendo de saudades daquele vapor que sai quando preparamos um apetitoso pedaço de  bacon)

Obs.: Esse artigo foi patrocinado pela Porto Seguro. Isso significa que os recomendamos como referência, mas não há influência em nossa linha editorial nem nossa opinião.

Hasta la vista,Baby!!!

terça-feira, 15 de outubro de 2013

10 valores essenciais para a administração de um negócio

A universidade de Stanford, nos EUA, perguntou a vários ex-alunos de sua Escola de Negócios que conseguiram destaque no mercado quais os valores e princípios mais importantes para eles na carreira que estão trilhando. Abaixo você encontra uma compilação dessas máximas pessoais e profissionais, para se inspirar e relembrar aquilo que é fundamental, dentro da sua própria experiência em administração.







Veja os dez principais valores citados nas respostas:

1. Tratar os outros como queremos ser tratados

"Eu acredito muito nessa regra de ouro. Ela é o valor dominante nas minhas relações profissionais. Se você trata bem as pessoas, de modo geral elas também lhe tratarão bem. Esse princípio faz com que você durma bem à noite, com uma consciência tranquila, e lhe confere enorme respeito. De vez em quando alguém vai tirar vantagem de você por causa disso, mas é só decidir não trabalhar mais com essa pessoa" (Andy Rachellf - CEO da Wealthfront)

2. Integridade

"Quer dizer se relacionar com as pessoas de forma autêntica e verdadeira. Na Pagatech nós mantemos as promessas que fazemos a parceiros e clientes, e buscamos fazer o nosso melhor para permanecermos transparentes na forma como conduzimos nossos negócios." (Jay Alabraba - Co-fundador da Pagatech)

"Eu tenho relacionamentos profissinais que já duram 30 anos e a maioria dos negócios que fechei com essas pessoas foi selada com um aperto de mão. Dependendo da pessoa, isso pode valer mais do que qualquer outro contrato." (Bob Moog - CEO da University Games)

3. Ser direto

"Comigo, o que você vê é o que eu sou. No mundo corporativo norte-americano isso não me favorecia. Como empreendedora, porém, eu gosto de selecionar meus clientes. Eu escolho trabalhar com pessoas que são diretas e que apreciam e valorizam essa minha característica". (Denise Brosseau - CEO da Thought Leadership Lab)

4. Confiança

"Um dos valores principais da Tiny Prints é o de tratar uns aos outros como família. Quando recrutamos novos funcionários procuramos pessoas que valorizem relacionamentos significativos. Nossa empresa buscacriar conexões melhores e o ambiente de trabalho é bastante 'universitário'. Todos que trabalham aqui se tornaram bons amigos, padrinhos e madrinhas, colegas de apartamento. Eles têm lealdade uns para com os outros. Claro que toda família tem seus problemas, mas nós tentamos gerar confiança, para que cada funcionário se sinta à vontade para dar seu feedback, mesmo quando for difícil. Onde há confiança se sabe que as críticas estão vindo com boas intenções". (Laura Ching - Co-fundadora da Tiny Prints)

5. Comunicação aberta e honesta

"Problemas se espalham quando as equipes não são honestas, especialmente se tratando de times diversificados, onde há muitas opiniões diferentes. Enquanto líder, é preciso criar uma cultura que recompense e promova a honestidade, mesmo que isso gere desacordos. Também é importante ser ousado, especialmente se você é um empreendedor e quer impactar seu país e mudar o mundo. Isso requer coragem." (Steve Poizner - CEO da Empowered Carreers)

6. Gratidão/valorização

"Todos nós nos sentimos gratos pelos negócios que construímos juntos e pelas oportunidades que temos, por isso trabalhamos para transmitir esse sentimento para os nossos funcionários, clientes e parceiros." (Beth Cross - Fundadora e CEO da Ariat International)

7. Honestidade, simplicidade e fazer algo que você acredita ter um valor real

"Muitas empresas fazem pesquisas de mercado e tentam se antecipar em conhecer as necessidades do cliente. Eu prefiro simplesmente desenvolver grandes produtos e contar uma história honesta sobre eles. Todo o marketing excessivo no mundo comercial tem criado um desejo por autenticidade." (Rob Forbes - Fundador da Design Within Reach e da Public Bikes)

8. Paixão

"Eu só quero que as pessoas trabalhem na Stella & Dot se elas sentirem que isso se encaixa em sua missão de vida. A vida é muito curta para não amar o que você faz, o porquê do que você faz e com quem o faz. Quando você acordar precisa se perguntar 'O que eu estou fazendo é o meu melhor propósito? Eu amo o lugar onde moro, quem eu conheço, o meu trabalho?' Muitas vezes fazemos certas coisas porque precisamos pagar as contas ou porque a posição oferecida é uma 'oportunidade'. Eu respeito quem trabalha para pagar as contas, mas quem está nessa situação deve continuar na jornada para fazer isso enquanto trabalha em algo que ama." (Jessica Herrin - Fundadora da Stella & Dot)

9. Transparência e abertura

"Acredito que você deva compartilhar o que muitos consideram segredos sobre como a empresa realmente está se saindo, inclusive financeiramente, com todos os funcionários, absolutamente. Não deve haver contenção de informações. Também acredito que cada colaborador deva ser encorajado a fazer experimentos rápidos, que falharão com a mesma velocidade. Esses testes mostram as melhores ideias e estas devem prevalecer" James Gutierrez - (Fundador da Progreso Financiero)

10. Trabalhar para fazer diferença no mundo

"Você pode ver quem tem mais poder numa sociedade observando quem possui os maiores prédios. Há 200 anos eram as catedrais. Há 50 eram os prédios governamentais. Hoje, na maioria das áreas urbanas, o poder está nos negócios e seus arranha-céus. A administração e o empreendorismo são a influência mais forte e poderosa no mundo de hoje. 54 das 100 entidades mais poderosas do mundo atualmente são empresas, não países. Isso significa que é muito mais importante que os empreendimentos adotem uma perspectiva capitalista consciente para fazer a diferença. Eu acredito nisso em nível global. Empresas estão finalmente se perguntando 'qual é a marca ecológica que deixaremos?' Elas também precisam olhar para a marca emocional que deixam em seus funcionários." (Chip Conley - Fundador da rede de hotéis Joie de Vivre)

Para ler as entrevistas na íntegra, acesse a matéria original, no Tumblr da Stanford Business.

Fonte:Administradores

Hasta la vista, Baby!!!!

sábado, 20 de julho de 2013

Terceirize seus pontos fracos!!!




Todos nós, profissionalmente, temos pontos fortes e pontos fracos. Temos coisas nas quais somos bons, temos facilidade e prazer em fazer e coisas nas quais não somos bons, não temos facilidade e nem prazer em fazer. Ninguém consegue ser excelente em tudo. 









O conselho é para que você, profissionalmente, reforce seus pontos fortes e “terceirize” seus pontos fracos. Terceirizar significa deixar que outras pessoas façam aquilo que você não faz bem.

Reforçando seus pontos fortes, você de bom passará a ótimo e de ótimo a excelente e será reconhecido por seus identificadores positivos - as coisas que faz bem e cada vez melhor. Muitas pessoas passam a vida toda lutando com seus pontos fracos, tentando fazer coisas que não sentem prazer em fazer e nem mesmo têm habilidade para fazer. Assim, elas acabam reforçando seus pontos fracos em vez de reforçar seus pontos fortes. Essas pessoas têm a ilusão de querer ser excelente em tudo e com isso, na verdade, acabam sendo “mais-ou-menos” em tudo, pois que não reforçando seus pontos fortes jamais serão excelentes naquilo em que já são boas. 

É preciso ter a humildade de reconhecer nossas fraquezas profissionais e, obviamente, buscar sempre o nosso aperfeiçoamento. Mas, jamais podemos nos esquecer de reforçar nossos pontos fortes. 

É claro que estou escrevendo isto tudo em relação à nossa vida profissional e não em relação à nossa vida pessoal, ao nosso comportamento. Não há desculpa alguma para que não corrijamos nossos defeitos, pequenos e grandes e para não darmos toda a energia para nos livrar de nossos pontos fracos em nossa conduta, comportamento e atitudes. 

O que quero dizer é que, profissionalmente, é preciso ter a sabedoria de deixar que outras pessoas façam aquilo que não sabemos fazer bem, ao mesmo tempo em que devemos reforçar em nós, as coisas que fazemos bem. Aprenda, pois, a terceirizar seus pontos fracos.

Pense nisso. Sucesso!
Fonte: Prof. Marins

Hasta la vista, Baby!!!

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Onde começa a Qualidade do Atendimento

Certamente você já ouviu a seguinte expressão: “para uma empresa se destacar, nos dias atuais, a qualidade no atendimento é fundamental”. Pois é, oferecer serviços de qualidade é uma obrigação básica de toda e qualquer empresa que almeja se manter firme no mercado. Mas, infelizmente, uma grande parcela de empresas ainda não está conseguindo fazer o básico, ou seja, oferecer o mínimo de qualidade nos serviços prestados para que os clientes sintam-se satisfeitos.

Você concorda que:

Cortesia é fundamental no atendimento ao cliente?

Agilidade é importante para que os clientes obtenham a solução para seus problemas?

Saber se comunicar, escutar e estabelecer empatia com os clientes é imprescindível?

Conhecer os produtos e serviços que a empresa vende contribui para transmitir informações precisas ao cliente?

Demonstrar disponibilidade com bom humor é uma atitude que não pode faltar no atendimento?

Provavelmente a sua resposta às perguntas acima será “sim”. Porém, cortesia, agilidade, comunicação, empatia, bom humor e disponibilidade são fatores que devem fazer parte, primeiro, do atendimento interno da empresa. De que adianta todo mundo saber que é preciso praticar qualidade no atendimento ao cliente externo se na interação entre os setores da empresa o atendimento não funciona, é demorado e ocasiona muitos “re-serviços”?

O atendimento de qualidade sempre começa com o atendimento interno. Como podemos oferecer um atendimento profissional se ao passar uma informação a outro setor da empresa a transmitimos de forma incompleta? Como prestar um serviço ágil se não sabemos ao menos atender bem os nossos clientes internos?

 Como transmitir uma boa imagem ao atender os consumidores se muitos funcionários dentro da empresa insistem em ir ao trabalho de mau humor, desmotivados, prejudicando o clima de trabalho no setor onde eles atuam?
Se não houver qualidade no atendimento interno, dificilmente haverá qualidade para o cliente externo, pois uma empresa é constituída de ciclos de serviços. O serviço que o cliente externo recebe é o reflexo dos ciclos de serviços praticados internamente. “Nenhuma corrente é mais forte que o seu elo mais fraco”, e se alguma “engrenagem” de algum ciclo falhar, o sistema todo também será afetado, e com isso, prejudicará a venda final.

Todo profissional, seja ele da área operacional, tática ou estratégica, deve considerar o colega de trabalho como um cliente. Lembre-se que, quem promove um profissional não é somente o gerente ou a diretoria, mas os colegas de trabalho que ficam satisfeitos com o atendimento recebido por ele.

Então, faça sua parte, contribua para um bom clima de trabalho. Ofereça um atendimento aos seus clientes internos que prime pelo profissionalismo e cortesia, sempre comprometido com a qualidade das tarefas. Jamais abra mão do trabalho em equipe, tenha paciência e aprenda a se comunicar de forma clara e sem ruídos com os outros setores da empresa. Ficará mais fácil conquistar os clientes externos se o “dever de casa for bem feito”, pois qualidade no atendimento interno é responsabilidade de todos.

Fonte: Cersi Machado

Hasta la vista, Baby!!!!

terça-feira, 18 de junho de 2013

Carreira e Sucesso: o lado positivo do medo

Você concorda com ideia de que o medo é positivo? 


Eu sei que parece uma ideia estranha, mas já já você vai me dar razão. Só que, primeiro, eu quero deixar claro que não estou falando daquele medo tipo pânico ou fobia, que é muito intenso e às vezes tem que ser tratado. Não. Eu falo do medo que todo mundo sente, do frio na barriga, da paúra.
Esse medo tem um lado positivo porque ele nos faz crescer, mudar, nos superar. O medo nada mais é que um mecanismo de autopreservação. E uma das coisas que ele faz é nos colocar em estado de alerta.



Você já reparou que quando tememos alguma coisa, prestamos a maior atenção nela para não fazer bobagem? Tudo que fazemos com uma pontinha de receio, fazemos com mais cuidado.


Para tomar uma decisão arriscada, por exemplo, o medo de errar faz a gente ir atrás de informação, pedir a opinião de alguém ou simplesmente ser cuidadoso. Isso é muito positivo! O medo também faz a gente se mexer de vez em quando.



Se a vida fosse um mar de rosas, se nada acontecesse para ameaçar a estabilidade do nosso trabalho, por exemplo, será que a gente estaria sempre evoluindo, sempre se superando? Eu tenho minhas dúvidas.



Agora é só bater um ventinho de crise no mercado e todo mundo trata de mostrar serviço com medo de ficar sem trabalho é ou não é? Mais um ponto positivo para o medo!



Eu sei que ninguém gosta de sentir aquele aperto no estômago, aquele calafrio que o medo dá. Mas se sentir medo é inevitável, é melhor que ele seja aliado do que inimigo, você não acha?



O medo mobiliza, empurra para frente, tira a gente da acomodação. 


Se você quer transformar o seu em energia crescimento, faça o seguinte: identifique o seu medo. Pergunte para você mesmo: “Eu tenho medo de quê?”. Será que é medo de fracassar? Medo de arriscar e se dar mal? Medo de mudar? Medo do que os outros vão pensar?



Se você reconhecer o seu medo, saberá como enfrentá-lo. 


O que não pode é ficar com medo do medo e tentar evitá-lo, porque com isso você perde uma grande oportunidade de se superar.


Fonte: Leila Navarro - Palestrante


Hasta la vista, Baby!!!!

sábado, 8 de junho de 2013

Chefias são um dos principais problemas nas empresas brasileiras




A perda de profissionais pode ser explicada por várias razões, mas segundo o especialista Eduardo Carmello essa elevada sangria de profissionais das empresas brasileiras tem muito a ver com o despreparo das chefias.






Há várias razões para que as pessoas desistam do seu emprego. E um dos principais motivos se deve à existência de uma má relação entre os profissionais e seus chefes.


Segundo um levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), na década entre 2001 e 2010, a taxa de turnonver (saída de empregados das empresas por iniciativa da empresa ou do empregado) saltou de 45% para 53% ao ano. Isso significa que, para algumas empresas, em dois anos haverá uma troca quase que completa do número de empregados, o que provoca efeitos dramáticos no bom andamento dos negócios e na própria competitividade das empresas. Apenas para se ter uma ideia da magnitude desse número, nos Estados Unidos, segundo dados do Departamento de Trabalho (Bureau of Labor Statistics) em 2010 o turnover naquele país foi estimado em 3,5% no setor privado.

A perda de profissionais pode ser explicada por várias razões, mas segundo Eduardo Carmello, diretor da consultoria Entheusiasmos, essa elevada sangria de profissionais das empresas brasileiras tem muito a ver com o despreparo das chefias:

"De modo geral, os chefes nas empresas brasileiras se formaram há 15 ou 20 anos, em meio a uma realidade empresarial muito diversa da atual. É comum que as empresas coloquem em posição de chefia ou alguém da família controladora do negócio ou um bom técnico, alguém que fez carreira no âmbito operacional da empresa. Ocorre que nenhum destes dois perfis profissionais garantem os requisitos para alguém ser um bom chefe”, explica Carmello.

O especialista cita como exemplo da ineficácia dessas lideranças, que leva ao êxodo de profissionais, o modo como os tipos mais comuns de chefias brasileiras chamam a atenção de sua equipe quando as coisas não vão bem. “Via de regra, eles temem personalizar a crítica e reúnem todos em uma sala, tanto os de bom quanto os de mau desempenhos. Esses chefes acham que aqueles de mau desempenho vão vestir a carapuça e os de bom desempenho não vão se importar com as críticas. Mas a verdade é que os de bom desempenho se sentem desprestigiados e terminam buscando outrasoportunidades e os de mau desempenho simplesmente ignoram as críticas", comenta o especialista.

De modo geral, as empresas não compreendem os elevados custos provocados pela perda de profissionais. Seja demitindo ou acatando um pedido de demissão, as empresas têm custos com a saída de trabalhadores. No entanto, os custos do turnover não param por aí: a empresa terá que investir tempo e dinheiro na busca de um novo profissional e, adicionalmente, gastar ainda mais no treinamento dessa pessoa. Outro custo invisível no processo: as perdas de produtividade decorrentes do período em que a empresa fica sem o profissional, assim como o período em que o substituto está sendo preparado.

Os dados do turnover de empregados no Brasil, dramáticos por si só, ajudam a explicar outro fenômeno: segundo um estudo publicado pela revista Exame em outubro de 2012, o trabalhador brasileiro gera em média perto de US$ 22.000,00 de riqueza por ano, enquanto o norte americano gera cerca de US$ 100.000,00, ou quase cinco vezes mais. Essa brutal diferença de produtividade, alerta Carmello, se explica por várias razões, como acesso a tecnologias mais modernas, melhor infra-estrutura de telecomunicações e, também, pelo elevado turnover no Brasil, que faz com que as empresas tenham que conviver com profissionais pouco experientes toda vez que um profissional melhor qualificado sai em busca de melhores oportunidades.

Segundo Luciana Tegon, presidente da Tegon Consultoria, a alta rotatividade de profissionais afeta, também, os programas de recrutamento de jovens talentos:

"Em média, as empresas que fazem programas de trainees no Brasil perdem até 50% dos jovens selecionados a duras penas em até 18 meses após a contratação", explica Luciana.

Segundo ela, as razões para essa perda tão elevada de jovens que entram para assumir posições de chefia no futuro se devem ao desencanto dos jovens com a cultura da organização. Muitos profissionais recém-saídos das faculdades decidem trabalhar em uma grande empresa em função de sua marca e da força que transparece. No entanto, assinala Luciana, assim que começam a trabalhar na empresa eles percebem que estão diante de uma cultura centralizadora, burocrática, engessada, que não vai permitir o avanço na carreira esperado. Muitos jovens se decepcionam, também, com as proibições que lhes são impostas como bloqueio ao uso de Internet, horário de trabalho inflexível, entre outras.

"O resultado é que mais da metade dos trainees contratados pelas grandes empresas deixam as organizações antes de se passarem dois anos. As perdas para as empresas são imensas, uma vez que elas precisam recomeçar as contratações do zero", finaliza Luciana.


Fonte:Administradores.com

Hasta la vista, Baby!!!!

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Na hora de pedir aumento, evite números arredondados

Está atrás de um aumento de salário? 
É importante pensar bem sobre o valor a ser pedido - e não apenas em relação a quanto você quer ganhar a mais. Um estudo da escola de negócios da universidade americana de Columbia descobriu que, ao negociar valores, ter uma primeira oferta com números precisos - ao invés de valores arredondados - leva a acordos melhores.



A pesquisa, liderada pela professora de negociação Malia Mason, incluiu uma série de experimentos com centenas de pessoas, entre elas gerentes experientes e alunos de MBA. Os resultados mostram que propor valores precisos em negociações aumenta a chance de conseguir a cifra desejada.



Segundo o estudo, os receptores das ofertas valorizam mais aqueles que fazem propostas iniciais mais detalhadas e precisas, o que os leva a fazer menos ajustes na contra-proposta. A explicação é que eles consideram que a pessoa pedindo o valor está mais bem-informada sobre o assunto discutido. Já quem começa com uma proposta arredondada passa a impressão de que tem uma visão superficial do mercado e do valor do "produto" negociado.



A pesquisa indica que, ao negociar salários, um profissional que fizer uma oferta para receber US$ 63.500 anuais tem mais chances de receber uma contra-proposta de US$ 62.000, enquanto uma pessoa que pedir US$ 65.000 tem mais chances de ter a oferta rebatida por uma proposta de US$ 60.000, por exemplo. Em um dos experimentos, com 130 pessoas que tiveram que negociar o preço de um carro usado, aqueles com ofertas iniciais de números quebrados chegaram a pagar US$ 707 a menos do que os que começaram com valores arredondados.



"Nós geralmente achamos que o ideal é começar com o valor mais alto", diz Malia. "Mas você arrisca perturbar a pessoa se você propor um valor muito extremo. Descobrimos que você pode ser menos extremo se for preciso, e ainda assim pode se sair bem no fim."



Para Malia, a melhor estratégia é começar a negociação com um valor alto, mas não exagerado, que também seja preciso. Mesmo assim, os autores reconhecem que apostar em valores mais precisos também traz seus riscos: essas ofertas podem sinalizar falta de flexibilidade, o que pode gerar menos chance de negociação com o interlocutor.

Fonte: Valor

Hasta la vista, Baby!!!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Perdi meu emprego. E agora?

"Perdi meu emprego. E agora?"


Acredito que como eu, inúmeras pessoas estejam passando pela mesma situação. E por saber o quanto é "desesperador" acordar, saber que as contas do dia a dia não vão esperar e seus sonhos de conquistas terão que ser repensados ou adiados, passo a frente um texto que achei legal, e muito válido nos dias de hoje.

Perder o emprego é como ter o carro roubado. Aquele modelo tão desejado, que você dirigia todos os dias, com o qual você já havia se acostumado, num certo dia, após tê-lo deixado num estacionamento habitual, ao voltar constata que ele não está lá. Quem já passou por essa experiência sabe o que é isso. Uma sensação de vazio toma conta do seu ser e sua mente é forçada a crer que se enganou ou esqueceu onde realmente deixou o carro. 

Se ficar disponível no mercado não era um desejo, a pessoa fica como se tivesse sido roubada. No primeiro momento vem uma série de dúvidas e questionamentos depois começa a aceitar e, quase que paralelamente, vem a preocupação com as conseqüências da demissão. 

Pode até parecer irreal, mas o melhor a fazer depois de um aviso de demissão é não entrar em pânico. A tendência é que isso acontece cada vez mais todos os dias, embora seja uma triste realidade para a grande maioria. Pessoas nessa situação podem aproveitar para reinventar, crescer, evoluir e até conseguir algo melhor.

01. Tenha uma atitude empreendedora - Não fique esperando o telefone tocar, comece a preparar seu plano de ação. Muitas pessoas “perdem” muito tempo para perceber que é preciso atuar como se tivesse que ser aceito novamente no mercado de trabalho. A partir de agora atue de uma nova forma. Coloque-se como “empresário de si mesmo.” 

02. Reative sua lista de contatos – Fale para as pessoas o que está acontecendo com você e se for preciso peça ajuda. O ideal seria que você já tivesse uma lista de contatos quentes antes de precisar deles, porque do contrário, talvez fique constrangido de entrar em contato com essas pessoas somente quando precisar. O que você pensaria de um amigo que só te liga quando está precisando de você? 

03. Mantenha-se atualizado – O mundo hoje muda muito rapidamente, você precisa manter-se atualizado com os acontecimentos do mundo. 

04. Aprenda sobre seus futuros patrões – Assim que você tiver decido onde quer trabalhar, procure obter o máximo de informações sobre seu futuro local de trabalho, perfil do diretor, etc, isso ajudar você na hora da contratação, assim como o seu desempenho dentro da nova organização. 

05. Mantenha uma atitude positiva – Não é muito raro encontrarmos pessoas falando mal do antigo chefe e dos problemas que enfrentava por causa daquele colega invejoso, portanto coloque seu foco naquilo que deseja e não naquilo que não quer mais pra si, o que passou, passou, a partir de agora bola pra frente. 

06. Sorria e mude seu dia - Recentemente li num artigo que o gerente de pessoal de uma grande loja de departamentos em Nova Iorque prefere empregar um vendedor com o segundo grau incompleto e um simpático sorriso no rosto a contratar um pH.D ou doutor em administração de empresas que tenha cara sisuda e pouca polidez no trato com as pessoas. 

07. Esteja sempre preparado – Afirmam as Sagradas Escrituras que Noé começou a construir a sua arca bem antes de começar o dilúvio. Portanto é fundamental que, mesmo que você esteja muito bem em seu emprego, continue se preparando. Vivemos numa era de incertezas e é fundamental estar preparado para o venha a acontecer. E você está preparado para dar a volta por cima quando esse temido dia chegar?

Boa sorte a todos que estejam passando o mesmo que eu. E acreditem, que quando queremos, PODEMOS.

Fonte: Regina Panazzo - Administradores

Hasta la vista, Baby!!!!